Quando floresce o maracotão, os dias iguais são.
Autor: Ditado Popular
Ninguém está bem com a sorte que tem.
Mais sofrível é inimigo prudente que amigo impertinente.
A carapuça é para quem servir.
O Sogro e o Furão só dão interesse debaixo do chão.
Mais sujo que pau de galinheiro.
O silêncio é de ouro.
De lautas ceias, estão as sepulturas cheias.
Quando a sorte chega, abre a porta.
É o que se leva deste mundo.
Quem semeia, espera.
Quem semeia, colhe.
A coisa mal feita, rogo ou peita.
Mais tem Deus para dar que o diabo para levar.
Cada um colhe segundo semeia.
O seguro morreu de velho.