A macaco velho, não se (lhe) ensina a fazer caretas
Autor: Ditado Popular
Mete o touro no laço que asinha vem o prazo.
O cíume rebaixa, se é baixa a sua origem
A má acção fica com quem a pratica
A má companhia torna o bom, mau e o mau, pior
Cada qual sabe onde o sapato lhe aperta.
Ciúmes mal fundados e mal pedidos, mais parecem buscados que sentidos
A lebre, em Janeiro, está na cama (baixa) ou no lameiro
O que à praça vai e vem, duas casas mantém.
A lavrador descuidado, os ratos (lhe) comem o semeado
O ciúme nasce sempre com o amor, mas não morre sempre com ele
Escusas de mau pagador, ouvidos de mercador.
A lavrador preguiçoso, levam os ratos o precioso
O ciúme é o maior de todos os males
O tempo corre e tudo descobre.
A lavoura de Janeiro, não a troques por dinheiro