Desejo de doente, vista de barbeiro, serviço de mulher.
Autor: Ditado Popular
Casa de pobre, tacho de cobre
Enquanto chove, trabalha Deus.
Os cegos por ambição ainda vêem menos que os cegos por nascimento.
Nem amigo reconciliado, nem manjar duas vezes guisado.
Ir de vento em popa.
Feriste o javali, deixará quem seguia e tornará a ti.
Casa de canto ou morte ou descanso
Toda panela tem sua tampa.
Boi que come farinha, não cansa.
Coma o mau bocado, quem comeu o bom.
Deita-te a enfermar, saberás quem te quer mal.
Dinheiro de onzena com seu dono come à mesa.
Nem todo dia é dia santo, nem todo dia é feriado.
Nossa casa, nosso lar
Saúde cuidada, vida conservada.