Couro curtido e molhado nem Deus o espicha.
Autor: Ditado Popular
Coçar e comer começo quer.
À mulher brava, soga larga.
Liberdade sem juízo é pólvora em mãos de menino.
Cama no chão, cama de cão.
Ao avarento, tanto lhe falta o que tem como o que não tem
O sol não é quem faz a sombra.
O avarento nada tem; os seus bens é que o possuem
Uma no ano, e essa em teu dano.
Atravessa o rio, antes de injuriar o crocodilo.
Esquenta, mas não ferve.
Ave escarmentada, o laço receia
Enquanto vai e vem, alma tem.
Ave só, não faz ninho
São Brás bendito, que se afoga este animalito.
Não te fies, se não queres ser enganado.