A Cascais, uma vez e nunca mais.
Autor: Ditado Popular
Má cama faz a noite longa.
É duma raça que, dum lado, queima, e do outro, assa.
Qual me vires, tal me espera.
Zangado como uma barata.
À casta, a pobreza lhe faz fazer vilezas.
É dourado, avisado e formoso como as trempes.
Má chaga sara, má fama mata.
Cabelo branco não é juízo.
A cauda é o pior de esfolar.
Caiu no laço que armou.
Zangas de namorados, amores dobrados.
Qual o amo, tal o jarro.
A cavalo velho, cabeçada nova.
Caiu na rede que armou.
É doido varrido.