A azeitona e a fortuna: umas vezes muita, outras vezes nenhuma.
Mês: Abril 2025
Às vezes é melhor deixar correr o marfim.
Amigo até a bolsa.
Correr Seca e Meca, Olivais e Santarém.
Tal sois vós, marido, tal carne trazeis.
Pau, pau, madeira é lenha.
A má nova depressa nasce e depressa melhora.
A árvore caída todos vão buscar lenha.
Quem nasceu capão, jamais será garanhão.
Moço e galo, um só ano.
Ficar com o nariz grande.
Não falta pé inchado para sapato velho.
O preso também se solta.
O que é do homem, o bicho não come; o que é da mulher, o bicho quer.
Só se assa pão quando o forno está quente.
Por dá cá aquela palha.