Não se aprecia o que se vê a cada dia.
Mês: Julho 2024
Mulher palreira, fraca fiandeira.
Infeliz do rato que só conhece um buraco.
Visita dá duas alegrias: uma quando chega, outra quando sai.
Onde há carniça, há urubus.
Quem vive só para si, para pouco vive.
Um dia frio e outro quente, logo um homem é doente.
Lua, a de janeiro, e amor, o primeiro.
Mel novo, vinho velho.
Ladrão que furta a ladrão ganha cem dias de perdão.
À falta de um grito morre um burro no atoleiro.
Não há mais bronze que anos onze.
Tudo nada entre dois pratos.
Quem não sabe nada, não tem dúvidas.
Por ouvir missa e dar cevada, não se impede a jornada.
Cachorro velho não late à toa.