Não faças a outrem o que não queres que te façam.
Mês: Janeiro 2022
Como se vive, assim se morre.
Bolsa vazia e casa acabada fazem o homem sisudo, mas tarde.
Coisa adiada não está acabada
Quem errar por natureza, não acerta por razão.
Janeiro não choveu, o temporão se perdeu.
Ainda que entres na vinha e voltes o gibão, se não trabalhares, não te darão pão.
Por um cabelinho pega o fogo no linho.
Dêem ofício ao vilão, conhecê-lo-ão.
Conta o milagre, mas não diz o santo.
Deve-se confiar alguma coisa ao acaso
Debaixo de ruim capa, há um bom dizedor.
Guarda moço, acharás velho.
Sol e sal livram a gente de muito mal.
Num abrir e fechar d’olhos.
O ofício faz o homem.