A água com que no Verão se há-de regar, em Abril há-de ficar
Mês: Novembro 2018
A água corre para o mar, e as coisas para o seu natural
Os criados são os inimigos indispensáveis
Moço mandado não merece castigo
O bom criado é malfadado
A água bate na rocha, mas quem paga é o mexilhão
A água colhe em joeira, quem se crê de ligeira
Criado mandado não merece castigo
A água cava a dura pedra
A água arromba os navios
A afeição do falso é fio de navalha
A aflição de um instante faz esquecer os maiores prazeres
A água acode sempre ao mais baixo
A água da fonte é muita, mas também se acaba
A afeição apaixonada cega a razão mais fortificada
Criados de casaca, fome certa