Criados e bois, um ano até dois
Mês: Novembro 2018
A água de trovão cala até ao chão
A água e a capa nunca pesaram
A água de Junho, bem chovidinha, na meda faz farinha
A água de Janeiro vale dinheiro
A água de nevão dá pão; a do trovão em parte dá e em parte não
A água de Março é pior do que nódoa no fato
A água de Janeiro mata o onzeneiro
Criado que faz o seu dever, orelhas moucas deve ter
A água de Janeiro traz azeite ao olival, vinho ao lagar e palha ao palheiro
A água de Agosto faz mal ao rosto
A água corredia, não guardes cortesia
A água de Abril é água de cuco, molha quem está enxuto
A água corre para o poço
A água corre sempre para o mar
A água corre para a água