À noite põe-se muito bacelo; de manhã está todo murcho.
Etiqueta: muito
A quem muito se abaixa, a calva lhe aparece.
Saúde de velho é muito remendada.
Muito prometer, sinal de pouco dar.
Cão que muito lambe, tira sangue.
Quem muito promete, pouco dá.
Promete pouco e cumpre muito.
O muito riso é sinal de pouco siso.
Corda muito puxada arrebenta.
Quem a raposa há de enganar, muito tem que madrugar.
Muito se gasta e o pouco abasta.
Dia de muito, véspera de nada.
Amor de puta e fogo de murta, luz muito e pouco dura.
Quem as coisas muito apura, não vive vida segura.
Quem muito se abaixa, o fundilho aparece.
Botas e luvas encobrem muito mal.