Amor de mulher e festa de cão só olham para a mão.
Etiqueta: amor
Amor de rameira, vinho de frasco: pela manhã, bom; à noite, gasto.
A ferida do amor, quem a dá, a sara.
Em amor, como em política, não há tratado de paz: tudo são tréguas.
Amor ausente, amor para sempre.
Em amor de jumento, entram coices e dentadas.
Quem tem amor atrás da portela, tanto olha até que cega.
Não há esperança sem temor, nem amor sem receio.
O amor a ninguém dá honra e a muitos dá dor.
O amor dos asnos entra a coices e sai a bocados.
Furtar o carneiro e dar os pés pelo amor de Deus.
Amor primeiro não tem companheiro.
Não há amor como o primeiro.
A familiaridade é a sepultura do amor.
A mágoa aparta amor.
O amor das mulheres e a rosa passam com o bom tempo.