Ir tudo por água a baixo.
Etiqueta: água
Livrar a água do capote.
O falar é leve e o mar é de água.
Tantas vezes vai o cantarinho ao poço até que lá fica o pescoço (Vila Real de Santo António); tantas vezes vai a cantarinha ao poço até que lá fica o bescoço (Mexilhoeira); tantas vezes vai o cântaro á fonte que lá fica a asa (lugar de Santa Maria de Seia, concelho de Seia); tantas vezes vai o cantarinho à fonte até que se quebra (Florilégio, de B.Pereira p.122); tanta vez vai o cântaro à bica que lá fica (Columbeira).
Setembro ou seca as fontes ou leva as pontes.
Água sem cor, sem cheiro e sem sabor
Água, da serra; sombra, da pedra.
Água de Agosto: açafrão, mel e mosto.
Água na Ascensão, das palhas faz grão.
No dia de S. Vicente, toda a água é quente.
Água de Fevereiro vale muito dinheiro.
A água colhe em joeira, quem se crê de ligeira.
Água de Janeiro mata o onzeneiro
A água tudo lava, menos as más línguas.
Presunção e água benta: cada qual toma a que quer.
Ninguém diga: desta água não beberei.