Conta velha, baralha nova.
Na mesa cheia, bem parece fogaça alheia.
Chega-se o ouro para o tesouro.
A eloqüência parlamentar é uma campainha que se toca quando chega a hora de jantar.
Quem come à mesa cheia, mal janta e pior ceia.
Quem compra o que não pode, vende o que não deve.
Procurar sarna para se coçar.
Verdadeiro estudo do homem é o homem.
Pão de vizinho tira fastio.
Arroupa-te, que suas.
De ruim moita sai, às vezes, bom coelho.
Hortelão sem hortelã, não tem horta amanhã.
Os valentes e o bom vinho se acabam logo.
Melhor calar que mal falar.
Depois de S. Martinho, bebe o vinho e deixa a água para o moinho.
Tosar não é esfolar.