O presente é o melhor julgador do passado.
Melhoram-se as plantas pela cultura, os homens pela educação.
Quem usa a cabeça, não cansa os pés.
Faze-me as barbas, eu te pentearei.
Não te metas no que não te diz respeito.
Com papas e bolos se enganam os tolos.
Azarado que nem urubu sem carniça.
O medroso até da sombra tem medo.
Onde existires, faze como vires.
Nem garrancho é lenha, nem moleque é gente.
Não faças horta em sombrio, nem casa ao pé do rio.
Quem tem dinheiro, tem parentes.
Comida fina em corpos grossos faz mal aos ossos.
Demandar sete pés ao carneiro.
Mal havendo e bem esperando, vai-se-me o tempo e não sei quando.
Quem não vê a Deus, como há de bater no peito?