Moços e bois, um ano até dois.
Boi bravo, depois de morto, todo mundo segura o chifre dele.
Usar, mas não abusar.
Morcela que o gato leva, gualdida vai.
As leis se complicam, quando se multiplicam.
Ver, ouvir e calar.
Moça louçã, cabeça vã.
Bexigas e sarampelo três vezes vêm a pelo.
Mulher do velho reluz como espelho.
Por cima folhos e rendas, por baixo nem fraldas tem.
Da laranja e da mulher, o que ela quiser.
Nem tudo o que luz é ouro, nem toda tosse é catarro.
Isso é cravina d’Ambrósia.
Quem é pobre, não tem vícios.
Quem na sopa deita vinho de velho se faz menino.
Não acabar é não fazer.