Vale mais uma laranja, em Janeiro, que maçã, de madureiro.
A Laranja, de manhã, é oiro; à tarde, é prata; e, à noite, mata.
Mais vale bom vizinho que parentesco.
A beleza depressa se acaba.
Tinha um figo para dar ao meu amigo, mas vi-o, comi-o.
É tão certo como dois e dois são quatro.
O figo, para ser bom, deve ter pescoço de enforcado, roupa de pobre e olho de viúva.
No tempo dos figos, não há amigos.
Uns comem os figos, a outros rebenta-lhes a boca.
A besta comedeira, pedras na cevadeira.
Figo caído, para o senhorio; figo quedo, para mim.
Quando a pega cacareja, ou é gato ou é raposa.
Verde é o que o lume não vê.
Ano de Figo temporão, ano de pão.
Ano de Feijões, ano de pulgas.
Mais vale burro vivo que doutor morto.