A candeia a espirrar, e as nuvens a chorar
A campo fraco, lavrador forte
Nem tudo que ronca, é besouro.
A cão e o parleiro, deixa-os no sendeiro
A cão fraco acodem as moscas
Nem vinha em baixo, nem trigo em cascalho.
A calúnia poupa o vício e persegue a virtude
A calúnia nunca se cansa, nem se farta
Cada qual sabe onde lhe doem os calos.
Compra a quem herdou, não compres a quem ganhou
A calúnia está em toda a parte; o caluniador, em nenhuma
Sonhos são quimeras.
A calúnia e a mentira, de Deus provoca a ira
A calúnia é como a besta: deixa o visco por onde passa
Por morrer uma andorinha, não acaba a primavera.
A calúnia é sempre a arma dos invejosos