Agosto arder, Setembro beber
Não há abelhas, não há mel.
Afastamento, esquecimento
Chuva com sol, casamento de raposa
Achou o cego um dinheiro
Mercadoria que agrada é meio vendida.
Acreditar em tudo é tolice, mas não acreditar em coisa alguma tolice é
Adular não é meio de vida mas ajuda a viver
O prazer vai a cavalo e leva a pena à garupa.
Dia de chuva é dia de pancadas
Abril, ora chora ora ri
Abrir a alma à ambição é fechá-la ao sossego
Cada qual folgue com seu igual.
Chuvas do suão, as pedras abrandarão
Abril, águas mil
Boi sonso não erra marrada.