Cada cabeça, cada juízo.
Autor: Ditado Popular
A açorda faz a velha gorda e a menina formosa.
Em bom pano caíram as nódoas.
Quando o bem do senhor tarda, o serviço do servidor enfada.
Cada cabeça, cada sentença.
Em bons dias, boas horas.
A acha sai à racha, e Maria à sua tia.
Encomendas sem dinheiro ficam no cais do Aveiro.
A adulação degenera sempre em ingratidão.
Vintém poupado, vintém ganho.
Madrasta, nem de pasta.
Cada cabeça, sua sentença.
Cada cabeça, uma sentença.
Quando o bem te chegar, mete-o em casa.
A água não envelhece nem empobrece.
Homem é como chiclete: quanto mais se pisa, mais gruda no pé.