De gaiolas fechadas não saem perdizes.
Autor: Ditado Popular
Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.
Nada seca mais depressa do que as lágrimas.
A cabeça não corra mais que os pés.
Em Junho, perdigoto como punho.
Quando em casa não está o gato, estende-se o rato.
Não se pode agradar a Gregos e a Troianos.
Quem conta com panela alheia, arrisca-se a ficar sem ceia.
Se matares um perdigão, mostra-o ao Juiz, dá-o ao escrivão.
A cabra sarnenta corrompe todo o curral.
Fome de caçador e sede de pescador.
Mais sabe o tolo no seu que o avisado no alheio.
Mais sabe o tolo no seu que o sisudo no alheio.
Prendeu-me o alcaide, solta-me o meirinho.
Ler sem entender é caçar sem colher.
Em Agosto, espingarda ao rosto.