Galgo que muitas lebres levanta, nenhuma mata.
Autor: Ditado Popular
A galgo velho deita-lhe lebre e não coelho.
De Viseu quero o cão para coelho, e não o homem para conselho.
Em Janeiro nem galgo lebreiro nem açor perdigueiro.
O galgo à la larga a lebre mata.
Se você fosse eu, também acharia difícil ser humilde.
Nem em tua casa galego, nem à tua porta fidalgo.
Em sua casa, manda o carvoeiro e o galo no poleiro.
Chuva em Agosto enche o tonel de mosto.
Nem casa, em lugar sombrio, nem horta, ao pé do rio.
Pode ser pecado pensar mal dos outros. Mas raramente será um engano.
Esse homem é perigoso, ele acredita no que diz. (sobre Hitler)
Chuva em Agosto: açafrão, mel e mosto.
Quem tem burro e anda a pé, mais burro é.
No pó, semearás; em Setembro colherás.
Em Setembro, ardem os montes e secam as fontes.