A ceia quer-se sem sol, sem luz e sem moscas.
Autor: Ditado Popular
Elogio de inimigo, ouro sem liga.
Aceita o bem conforme vem.
Cada odre cheira ao vinho que tem.
À vista do pano é que se faz o preço.
A vida e a confiança só se perdem uma vez.
À rola e ao pardal não engana o temporal.
Elogio em boca própria é vitupério.
A quem nada deseja nada falta.
A chave na cinta e o cão na cozinha.
Cada oleiro gaba a sua telha.
Ver o mal antes que chegue é grande bem para escapar dele.
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro.
A paciência é amarga, mas o seu fruto é doce.
A ocasião faz o ladrão.
