Cada um dança conforme a roda em que está.
Autor: Ditado Popular
A boca que mente mata a alma
A boda de ferreiro, cada qual com seu dinheiro
Amor e bexiga, só dá na gente uma vez.
A boca grande não é que come, é a vontade
A boca não é que aguenta a gente
Quem não ouvir conselho, não chegará a velho.
A boca não admite fiador
A boca não quer remendo
Nem todos podem ser grandes, mas todos podem ser bons.
A boca fala da abundância do coração
A boca e a bolsa aperta, para fazer cousa certa
Cada um é que sabe onde dói o seu calo.
A boca governa-se pela bolsa
Mais vale bom conselho que fortuna
Depois de velho, gaiteiro.