A casa de amigo rico não vás sem ser requerido, mas à casa do necessitado vai sem ser chamado
Autor: Ditado Popular
Do mal que fizeres, não tenhas testigo, ainda que seja amigo.
A casa da tua tia, não vás dia a dia
Cada qual enterra seu pai como pode.
A carro entornado todos dão mão
A carranca é para quem a põe
A carta e a mulher, muito enfeitadas, em certo modo são desonestas
O amor entra pelos olhos.
A carneiro capado, não apalpes o rabo
A carne, carne cria
Comprar é arrepender
O que Joãozinho não aprendeu, João não aprenderá mais.
A carne, é fraca
A carne do acém é pouca e sabe bem, mas não é para quem filhos tem
Pobres e pintos sempre andam famintos.
A carne é cinza, a alma é chama