Não tem fubá, quem foge do moinho.
Autor: Ditado Popular
Está mais por fora que mão de afogado.
Brincando, brincando, se vai pregando
Falar no mau, preparar o pau.
O último a chegar é mulher do padre.
A fortuna procura a quem sabe aproveitá-la.
Brincadeira de homem cheira a defunto
Não se deve falar ao mestre do que ele ensina mal.
Mal se dói o farto do pobre faminto.
Tempo é remédio.
Quem pergunta, mal não faz.
Corvos a corvos não se arrancam os olhos.
Antes o queria perder que achar.
Antes burro vivo que doutor morto
Quem foi mordido de cobra, tem medo até de minhoca.
Estrada de valentão é o caminho do cemitério.