Aprende-se até morrer.
Autor: Ditado Popular
Boi luzidio nunca tem fastio
Quem sempre faz mal, poucas vezes faz bem.
Reino sem porto, chaminé sem fogo.
Boi cornudo, cavalo cascudo
De quem do seu foi mau despenseiro, não fies o teu dinheiro.
O boi em terra alheia é vaca
Gente ruim não precisa de chocalho.
Vaso ruim não tem quebra.
Boi atolado, pau nele
A justiça é cega.
O homem brigão tem sempre um arranhão.
O passado, passado.
Ao boi pelo corno, ao homem pela palavra
Quanto mais se mexe na merda, mais ela fede.
Muitas terras e poucas paveias fazem andar um homem por terras alheias.