Chova água, chova dias, quem o paga é o Matias; água vá, água venha, não se vai ao mato, vai-se à lenha.
Autor: Ditado Popular
Barriga da perna não sente cólicas
A quem servir a carapuça, que a vista.
Seguro morreu de velho, desconfiado ainda vive.
Ensaboar a cabeça do asno é perder sabão.
Um dia cai a casa.
Aquele louvar devemos cujo pão comemos.
Barriga lisa não quer camisa
Ora vá plantar batatas!
Porta aberta, o justo peca.
A fama sempre dura.
Minha vingança é o silêncio.
Barriga vazia não tem ouvidos
Mulher, vento e ventura, presto se muda.
Tanto maior é a ventura, quanto menos dura.
Ninguém vê a tranca no seu olho, e todos vêem a palhinha no do vizinho.