O abuso não é costume
Autor: Ditado Popular
As manhãs de Abril são boas de dormir
Pólvora alheia, tiro grande.
De couro alheio, correias compridas
O abuso vem do costume
De couro alheio, correias largas
O abuso das riquezas é pior que a falta delas
Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
Nem sempre quem começa acaba
É no fim que tudo acaba
Lentamente também se chega ao fim
A navio roto todos os ventos são contrários.
Nada acabar é nada fazer
Não acabar é não faze
Estamos feitos, mas não estamos acabados
Era bom mas acabou-se