É bom o pão duro, quando não há nenhum.
Autor: Ditado Popular
Cajueiro doce é que leva pedrada.
A boi velho, capim novo.
Cala-te, tolo, com teu prejuízo.
A boda dos pobres decifra-se em vozes.
Vivendo, aprende-se.
Qual é ele, tal casa mantém.
É bom ser o que se pretende parecer.
Mágoa é: vê-lo-ás e não o paparás.
Calado como toucinho em saco.
A boca não quer fiador.
Calar a verdade é enterrar ouro.
A boca e a bolsa aperta para fazer coisa certa.
É bom ser o que se quer parecer.
Vivendo e aprendendo.
Qual é ele, tal casa tem.