A poesia é a música da alma.
Mês: Janeiro 2026
O pão puxa, que não a muita erva.
Meu dinheiro, teu dinheiro, vamos à taberna.
Brasileiro só fecha a porta depois de roubado.
Não há direito a que não corresponda um dever.
O mel é pouco e os lambedores muitos.
A razão por si se descobre.
Olho por olho, dente por dente.
Quando na mocidade se aprende, toda a vida dura.
Depois da calma, a tempestade.
Pior é ser desagradecido que escasso.
Por isso se come toda a vaca, porque um quis da perna e outro da espádua.
Tal é o pão, tal é a sopa.
Quem come fiado, obra maçarocas.
Meter o nariz onde não é chamado.
Não há rosa sem espinhos.