A boca não quer fiador.
Mês: Agosto 2022
Quem em porta de cemitério canta, tropeça e não se levanta.
Ter os sete fôlegos do gato.
Pobre não é quem pouco tem, mas quem cobiça o muito a alguém.
Aonde se fazem, aí se pagam.
A ruim não há casa forte.
Calar a verdade é enterrar ouro.
Tudo tem seu tempo, e os nabos no advento.
Sofre para saber e trabalha por ter.
Andar no mundo por ver andar os mais.
Na face e nos olhos se lê a letra do coração.
Tantas cabeças, quantas opiniões.
Matos têm olhos, paredes têm ouvidos.
Quem faz a barba a um cão, perde o tempo e o sabão.
Tudo passa sobre a terra.
A boca e a bolsa aperta para fazer coisa certa.