Quem tem filhos, tem cadilhos.
Mês: Setembro 2021
Do falso amigo me guarde Deus
Capenga não forma.
O açor e o falcão, na mão.
Nunca esperes que te faça o teu amigo o que pedires.
Os loucos dão os banquetes, os avisados comem-nos.
Uma peçonha mata outra.
Quem não poupa o pão, com fome cai no chão.
Do amigo sem sangue, guarda-te não te engane
Negociante e porco, só depois de morto.
Quem pelo alecrim passou e dele não colheu, ou nunca teve amores, ou deles se esqueceu.
O hábito elegante cobre, às vezes, um tratante.
Os grandes rios fazem-se de pequenos ribeiros.
Morte com honra desassombra.
Burro de muitos depressa fica esfalfado.
Não há carne sem osso, nem farinha sem caroço.