Cada um colhe aquilo que semeia.
Mês: Março 2020
Amigo que esquecemos vivo, está morto
Quem não te conhecer, que te compre e saberá a prenda que leva.
Antes quero asno que me leve e não cavalo fulão.
Ninguém se fie em juízo de moço, nem em saúde de velho.
Muitos preferem o amanhecer ao entardecer.
Desleal e bom servidor, virás a ser senhor.
Do mau pagador, em farelos.
Não há maior cego do que o que não quer ver
Quem tem companheiro, tem patrão.
Quem te mandou, sapateiro, tocar rabecão?
Ceia feita, companhia desfeita
Urubu, quando anda caipora, nem galho de peroba o escora.
Avezou-se a abelha ao mel, comer-se quer.
Baiano burro nasce morto.
Passar um camelo por uma agulha.