Chamo-me João: faço o que me mandam e como o que me dão.
Mês: Agosto 2019
A ciência é a probidade do talento
A chuva não quebra osso nem costela, só molha quem anda nela
A chuva miúda é chuva de tolos
Cada qual diz das feiras como lhe vai nelas.
Governa a tua boca conforme a tua bolsa
A chuva forte molha o capote
Ao que mal vive, o medo o persegue.
O que não mata, engorda
A chuva de S. João bebe o vinho e come o pão
Até um cego vê isso.
A chuva falta nos meses mas nunca falta no ano
A necessidade faz o velho andar de chouto.
A chuva de Janeiro enche o celeiro
O rico, come; o pobre, alimenta-se
Cada qual é para o que nasce.